Nossas cidades: Paraty

12 06 2017

 

 

Luis Claudio Morgilli (Brasiçl, 1955) PAraty, ostParaty

Luís Cláudio Morgilli (Brasil, 1955)

óleo sobre tela





Nossas cidades: Paraty

9 01 2017

 

 

manlio-moretto-br-1917-2013-paratyParaty, 1968

Manlio Moretto (Brasil, 1917-2013)

óleo sobre tela





Nossas cidades: Paraty

11 07 2016

 

OLYMPUS DIGITAL CAMERAPrimavera em Paraty, 2006

Baptista Gariglio (Brasil, 1961)

óleo sobre tela, 50 x 65 cm

www.gariglio.com.br





Nossas cidades — Paraty

6 07 2015

 

 

YoshiyaTAKAOKA(1909 -1978)Paraty, 1963, ost, 50x60cmParaty, 1963

Yoshiya Takaoka (Japão/Brasil, 1909-1978)

óleo sobre tela, 50 x 60 cm

 

Nossa homenagem a FLIP — Festa Literária Internacional de Paraty





Nossas cidades — Paraty

20 10 2014

 

 

 

EDY GOMES CAROLLO (1924-2000) - Cena Urbana em Parati-RJ, óleo stela, 53 X 73. Assinado no c.i.d. e no verso (1969)Cena urbana de Paraty, 1969

Edy Gomes Carollo (Brasil, 1921-2000)

óleo sobre tela, 53 x 73 cm

 





Paraty em seu começo…

23 09 2014

 

 

Salvador Rodrigues Jr. (1907-1995)Rua da árvore - ParatiÓleo sobre tela40 x 50 cmRua da árvore, Paraty

Salvador Rodrigues Jr. (Brasil, 1907-1995)

óleo sobre tela, 40 x 50  cm

 

” A data de fundação de Paraty é motivo para divergências entre historiadores. Alguns pendem para o ano de 1600, quando Paraty era apenas um povoamento de paulistas de São Vicente. Outros preferem a data de 1606, quando se deu a chegada a Paraty dos primeiros sesmeiros, beneficiados com doações feitas em nome do Conde da Ilha do Príncipe, donatário da Capitania de Itanhaém.

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“O primeiro núcleo de povoamento surgiu em um morro distante 25 braças para norte do Rio Perequeaçu, onde foi erecta  uma capela em louvor a São Roque”(*). Depois, por volta de 1646, em local mais favorável, se erigiu outra capela em honra de Nossa Senhora dos Remédios, em terreno doado por Maria Jácome de Melo, para ampliação da vila, sob duas condições: a primeira, que a mesma fosse feita em devoção àquela santa, e a segunda, exigindo a segurança dos índios guaianazes moradores naquele local.

Como de hábito, o nome do santo orago foi acrescentado ao topônimo Paratii, vocábulo tupi, que significa “peixe da família das tainhas”, muito encontrado na região.

(*) Citação no texto referindo-se ao livro do Monsenhor José de Souza Azevedo Pizarro e Araújo, titulado: Memórias históricas do Rio de Janeiro e das Províncias anexas à jurisdição do Vice-Rei do Estado do Brasil.

 

Em: Paraty, religião e folclore, Thereza Regina de Camargo Maia, Rio de Janeiro, Arte e Cultura (LTC Editora): 1976, pp. 20-21.








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