Lua, sem ela nós não seriamos nós. Sabe por que?

21 06 2009

luaGetty images.

 

Sabe-se que a vida na terra deve muito a existência da lua.

 

A lua estabiliza a rotação da terra, impedindo que haja movimentos bruscos dos pólos terrestres que poderiam gerar mudanças climáticas enormes.  Se estas mudanças houvessem acontecido os cientistas acredita, que elas teriam prevenido qualquer possibilidade de forma de vida ou da evolução de vida.

A lua também tem sua influencia das marés dos oceanos, que os cientistas acreditam ter sido o lugar perfeito para o aparecimento da vida na Terra. 

Apesar da terra ter os ingredientes necessários para gerar vida, ainda não sabemos se o aparecimento da vida aqui não foi um evento único ou se é alguma coisa que acontece mais ou menos em todo o lugar que tenha condições especificas e certas para o aparecimento da vida.

Sabe-se que a vida na terra deve muito a existência da lua.

 A lua estabiliza a rotação da terra, impedindo que haja movimentos bruscos dos pólos terrestres que poderiam gerar mudanças climáticas enormes.  Se estas mudanças houvessem acontecido os cientistas acredita, que elas teriam prevenido qualquer possibilidade de forma de vida ou da evolução de vida.

A lua também tem sua influencia das marés dos oceanos, que os cientistas acreditam ter sido o lugar perfeito para o aparecimento da vida na Terra. 

Apesar de a terra ter os ingredientes necessários para gerar vida, ainda não sabemos se o aparecimento da vida aqui não foi um evento único ou se é alguma coisa que acontece mais ou menos em todo o lugar que tenha condições especificas e certas para o aparecimento da vida.

O portal Live Science publicou uma lista dos 10 fatos mais interessantes a respeito da lua.  Estou aqui usando a tradução do artigo, publicado em português no portal Terra.

Praia ao luar-2 copy

Luar na praia de Copacabana, foto: Ladyce West

 

Confira abaixo os dez fatos incríveis registrados no satélite da Terra, conforme o site científico Live Science:

10 – O Grande impacto
A teoria mais aceita sobre a origem da Lua é a de que o satélite terrestre é o resultado de uma grande colisão conhecida como Impacto Gigante (Big Whack, em inglês). Conforme os cientistas, a Lua nasceu da colisão entre um planeta do tamanho de Marte, chamado Theia, com a Terra há 4,6 bilhões de anos, pouco tempo depois do Sol e do Sistema Solar existirem. O impacto fez com que uma nuvem de poeira e rochas, composta por parte do núcleo condensado da Terra, se juntasse sobre o planeta e entrasse em órbita.

9 – Terra controla nascer da Lua
Mesmo não sendo ao mesmo tempo, a Lua diariamente surge no leste e se põe no Oeste, assim como o Sol e outras estrelas, também pela mesma razão: A Terra gira em torno do seu eixo em direção ao Leste, puxando objetos celestes no caminho e, em seguida, os empurra para fora. A Lua tambpem realiza uma viagem orbital ao redor do planeta uma vez a cada 29,5 dias.

No céu, o movimento é gradual ao leste, mas não é perceptível durante uma observação. O motivo explica porque o satélite terrestre fica maior cada dia mais tarde, em média, por cerca de 50 minutos. Por isso também a Lua aparece as vezes no anoitecer ou durante a noite, enquanto em outros momentos ela pode ser vista de dia.

8 – Sem “lado negro”
Contrariando o que muitos acreditam, cientistas explicam que a Lua não possui um “lado negro”, e sim, um “outro lado” que não pode ser visto da Terra. Há muito tempo, os efeitos gravitacionais terrestres diminuíram a rotação da Lua em torno do seu eixo. Assim que o satélite desacelerou o suficiente para corresponder ao seu período orbital – o tempo que leva para a Lua viajar ao redor da Terra -, os efeitos se estabilizaram.

Por causa disso, a Lua dá uma volta na Terra e gira em torno de si uma vez e na mesma quantidade de tempo, mostrando apenas um lado em tempo integral.

7 – Gravidade muito menor
A lua é muito menos massiva do que a Terra, tendo 27% do tamanho do planeta azul. A gravidade em sua superfície também é muito menor, sendo apenas um sexto da encontrada na Terra. Ou seja, se uma pessoa pesa 150 kg aqui no chão, lá em solo lunar ela vai pesar 25 kg. Uma pedra jogada para cima também caíra de forma bem mais lenta.

6 – Lua mais ou menos cheia
A órbita da Lua em torno da Terra possui forma oval, e não de um círculo, de modo que a distância entre o centro da Terra e do centro lunar varia ao longo de cada percurso. No perigeu, quando a Lua está mais próxima da Terra, a distância é de 363,3 mil km. No apogeu, quando está mais longe, a distância é de 405,5 mil km. Quando a Lua cheia surge durante o apogeu, o disco visível da Terra pode ser entre 14% e 30% mais brilhante que outras fases lunares.

Quando a lua está nascendo, ela parece ser maior, mas isso é uma ilusão que ainda os astrônomos não sabem explicar. Se alguém quiser testá-la, deve segurar um objeto pequeno, como uma borracha, com o braço esticado próximo à lua, e depois fazer a mesma experiência quando a lua estiver mais alta e parecer menor. Próxima ao objeto pequeno, a Lua fica com o mesmo tamanho nos dois testes.

5 – Histórico de violência
Os cientistas acreditam que as crateras lunares confirmam um passado violento no histórico lunar. Apesar de quase não haver atmosfera e atividade em seu interior, a Lua bateu recordes de quedas de corpos espaciais há bilhões de anos.

A Terra também sofreu com o bombardeio, mas as crateras foram desaparecendo com o tempo devido aos efeitos climáticos. De acordo com um estudo, os impactos podem ter ajudado no desenvolvimento das formas de vida existentes na Terra na época, em vez de destruí-las.

4 – Formato semelhante a um ovo
A Lua possui o formato oval e não arredondado ou esférico como alguns pensam. Se uma pessoa sair na rua para observá-la, uma de suas pequenas extremidades da direita estará virada para ela. Por causa desse efeito é que ela parece redonda.

3 – Cuidado! Terremotos lunares
Se engana quem pensa que a superfície lunar é sempre um mar de tranquilidade. Durante as visitas ao satélite munidos de sismógrafos, os astronautas descobriram que a estrutura geológica é bastante hostil.

Pequenos terremotos acontecem com frequência, provavelmente devido à força gravitacional liberada pela Terra, causando rachaduras no solo e liberando gases. Segundo os cientistas, a Lua possui um centro quente semelhante ao do planeta azul.

2 – Atração nos mares
Por incrível que pareça, as marés na Terra são causadas pela gravidade da Lua (o Sol em menor intensidade), que “puxa” os oceanos. Durante a rotação da Terra, as marés altas se alinham com a Lua. Do outro lado do planeta, a maré também fica alta pelo fato de que a gravidade “puxa” a Terra em direção ao seu satélite mais do que atrai a água.

O resultado de todos esses efeitos é interessante: conforme os cientistas, parte da energia rotacional da Terra é “roubada” pela Lua, fazendo com que o planeta fique mais lento em aproximadamente 1,5 milissegundos por século.

1 – Tchau, Lua!
Infelizmente, a Lua está se afastando da Terra gradativamente e, a cada ano, a distância aumenta 4 cm. Os pesquisadores explicam que, há 4,6 bilhões de anos, quando a Lua se formou, ela estava a 22 mil km da Terra. Atualmente, a distância evoluiu para 450 mil km.

Um estudo informa que a taxa de rotação da Terra está diminuindo, o que deixa os dias cada vez maiores. Os cientistas acreditam que se este efeito prosseguir, em bilhões de anos um dia terrestre poderá durar cerca de um mês.





As Américas depois da subida do nivel do mar

8 04 2009

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A Grande Onda de Kanagawa

Katsushika Hokusai ( Japão, 1760 – 1849)

Xilogravura policromada

 

 

 

 

 

 

A BBC num artigo de James Painter mostra, hoje, o que especialistas da América do Norte e da América do Sul estão cada vez mais preocupados com as conseqüências devastadoras da subida do nível do mar.

 

Até agora as áreas de maior preocupação com as conseqüências do aumento do nível do mar tinham sido as ilhas do Pacífico, o Vietnam e Bangladesh.   Mas, no encontro recente de cientistas debatendo o assunto em Copenhagen , ficou claro que regiões que incluem Nova York, sul da Flórida, Caribe, México e Equador estão sob maior perigo do que antecipado.

 

Em 2007 o Painel Intergovernamental sobre Alterações Climáticas sugeria que o nível do mar pudesse aumentar de 19 cm a 59 cm até o final d século XXI.  Mas este ano, em Copenhagen vários cientistas já falavam do aumento de um metro a um metro e meio, mesmo que se mantenham baixas as emissões mundiais de gases que provoca o efeito estufa.   É o derretimento das camadas de gelo em ambos os pólos o que tem preocupado os cientistas.  Com a aceleração do degelo que se testemunha, o mapa das Américas certamente mudará muito nas zonas costeiras.

 

Há perigos que ultrapassam a invasão do mar sobre áreas costeiras.  Algumas ilhas caribenhas correm o perigo de diminuírem sensivelmente suas áreas territoriais.   A pesca certamente seria afetada em todas as regiões.   E não se consegue ainda saber o que acontecerá com a circulação de água do mar de norte a sul e vice-versa, que mantêm os parâmetros do clima em ambos os hemisférios.

 

 

 

 

 

 

flooding

 

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A única nota positiva do encontro foi saber que ainda não está muito tarde para atenuar os efeitos do aumento do nível dos oceanos.  Se conseguirmos reduzir as emissões de gás e também reduzir o desenvolvimento costeiro haverá uma chance de podermos reduzir as conseqüências destes efeitos.  Mas é importante que os líderes da America Latina se aconselhem sobre estas novas projeções de degelo e conseqüente aumento do nível do mar, para que desenvolvam novas prioridades de desenvolvimento.   No momento, ninguém parece preocupado com o futuro das gerações vindouras.

 

 

Para o artigo inteiro:  BBC

 

 

 

 

 

 

Katsushika Hokusai ( Japão, 1760 – 1849)

 

Um dos gênios da arte japonesa, conhecido por suas xilogravuras, nasceu na cidade de Edo, atual Tóquio, no bairro de Katsushika, em 23 de setembro de 1760. Ainda pequeno, foi adotado por Nakajima Ise, polidor de espelhos do xogunato Tokugawa. Deixou o lar dos pais adotivos ainda jovem, trabalhou como aprendiz em uma livraria e, depois, como xilógrafo. Tornou-se discípulo do conhecido xilógrafo Katsukawa Shunshô (1726~1793), pesquisando os estilos dos grandes xilógrafos da escola Karino, dentre outros. Criou ainda um estilo próprio, graças aos estudos das técnicas de pintura ocidental através das obras de Shiba Kôkan (1738-1818), filósofo e pintor de quadros ocidentais.

 

Xilogravou muitos artistas famosos, as conhecidas beldades e os lutadores de sumô da época. Viajou por muitos lugares, xilogravou muitos retratos, paisagens, flores, plantas e animais, tornando-se o maior artista da época. É conhecido também por suas excentricidades, mudando de residência 93 vezes e trocando o seu nome artístico mais de 30 vezes. O pseudônimo “Katsushika Hokusai”, nome pelo qual é conhecido mundialmente, foi adotado por ele em 1805.

 

Deixou mais de 30 mil obras, entre xilogravuras, ilustrações de romances, quadros e outras. Uma das suas obras mais famosas é a xilogravura Fugaku Sanjurokkei, ou seja, As 36 vistas do Monte Fuji.

 

As suas obras tiveram muita influência sobre os pintores impressionistas que atuavam na França.  Até falecer, aos 90 anos, dedicou-se de corpo e alma à pintura, que foi seu meio de sustento, mas nunca lhe deu uma vida abastada. 

 








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