O escritor no museu: Boris Pasternak

11 08 2020

 

 

 

BORIS_BESIDE_THE_BALTIC_AT_MEREKULE,_1910_by_L.PasternakBoris à beira do Báltico, 1910

Leonid Pasternak [seu pai] (Ucrânia, 1862 – 1945)

pastel





O escritor no museu: Camille Lemonnier

4 08 2020

 

 

alfred_stevens_lemonnierCamille Lemonnier no ateliê do pintor, 1880

Alfred Stevens (Bélgica, 1823 -1906)

óleo sobre tela





Meus favoritos: Joseph Karl Stieler

6 07 2020

 

 

joseph karl stielerRetrato de Auguste Strobl, 1828

Joseph Karl Stieler (Alemanha, 1781 – 1858)

óleo sobre tela, 71 x 60 cm





O escritor no museu: Percy Shelley

4 07 2020

 

 

NPG 1234; Percy Bysshe Shelley by Amelia CurranRetrato de Percy Bysshe Shelley, 1819

D’après Amelia Curran

óleo sobre tela, 59 x 47 cm

National Portrait Gallery, Londres





Retrato do Imperador, Paulo Setúbal

8 05 2020

 

`D. Pedro I, Imperador do Brasil - Paisagem com Casario ao Fundo`. Miniatura s marfim. Passpartout em casco de tartaruga burilado e moldura de bronze em filetados com laços e encordoamento13 x 10 cm.D. Pedro I, Imperador do Brasil – Paisagem com Casario ao Fundo

Miniatura sobre placa de  marfim.

Passpartout em casco de tartaruga burilado

e moldura de bronze em filetado com laços e encordoamento

13 x 10 cm

 

 

“Nascendo e vivendo numa corte onde a ilustração era um luxo desconhecido, onde o gosto pela educação artística não chegou nunca a deitar raízes, D. Pedro possuía, por um dom da natureza, a impressionabilidade vibrátil que, se tivesse sido devidamente desenvolvida e disciplinada, poderia ter feito dele um artista, um poeta, um homem intelectualmente distinto.

Mas, entregue a si mesmo, depois da morte do erudito João Rademaker, que lhe guiou os primeiros passos, o herdeiro de D. João VI não passou nunca dum curioso, dum amador incorreto, que amava a música e a poesia e que, com mau feitio, revelava , em lances difíceis, agudeza de espírito e facilidade de percepção.

Esse “mau feitio era, em muitas ocasiões de sua vida, o bom humor imoderado, que chegava até o sarcasmo; era a expansão inconveniente que chegava à indiscrição irritante; era o azedume desregrado que não  escolhia palavras, nem poupava pessoas; era a desconfiança, o receio da perfídia, a dúvida constante que tinha aprendido com seu pai.

De resto, não havia pessoa de hábitos mais simples, príncipe menos ostentoso na sua maneira de viver, D. Pedro passou sempre como um burguês trabalhador que se levanta com o sol e que se deita às 10 horas da noite, tendo uma mesa frugal, um guarda-roupa escasso e uma aproximação facilmente acessível. Predominava nele a alegria expansiva; mas não era raro vê-lo descair de repente na irritabilidade agreste ou no obumbramento taciturno. Com a gente moça, especialmente com as crianças, mostrava-se ordinariamente afetuoso, muito jovial.”

 

Em: ‘Um retrato do Imperador‘, Ensaios históricos, Paulo Setúbal, São Paulo, Saraiva: 1950, páginas 69-70.





Mulher e pintora: Jeanne-Philiberte Ledoux

30 04 2020

 

 

 

Jeanne-Philiberte Ledoux (1767 – 12 October 1840) Cabeça de jovem, ost, 45 x 37 cm (2)Cabeça de jovem

Jeanne-Philiberte Ledoux (França, 1767 – 1840)

óleo sobre tela, 45 x 37 cm





Cézanne retratando Vollard

27 03 2020

 

 

 

Cezanne_Ambroise_VollardAmbroise Vollard, 1899

Paul Cézanne (França, 1839 – 1906)

óleo sobre tela, 101 x 81 cm

Petit Palais, Paris

 

 

Ambroise Vollard, o grande galerista da arte moderna, foi retratado por muitos dos artistas que patrocinava, entre eles Cézanne.  Em suas memórias, Souvenirs d’un marchand de tableaux [Lembranças de um negociante de quadros], há a descrição de como Cézanne pintou seu retrato.

“‘Não cochile‘ Renoir me avisou, quando fui posar para Cézanne. No ateliê de Cézanne eu tinha que me sentar num banquinho colocado numa plataforma improvisada, apoiada em quatro tocos de madeira.

Vendo que eu não estava confiante da segurança dessa engenhoca, Cézanne disse com um sorriso convidativo, ‘nada acontecerá se você mantiver o equilíbrio’. E, além disso, posar, significa sentar sem se mover.’

Mas, bastou eu me sentar no lugar, a sonolência se apoderou de mim. Minha cabeça pendeu sobre os ombros. O equilíbrio se foi: plataforma, banco e eu fomos parar no chão.

Cézanne correu à frente.

Seu desgraçado!  Você atrapalhou a pose!  Deveria se sentar como uma maçã. Quem já viu uma maçã agitada?’

 

Livremente traduzido por mim, do livro Souvenirs d’un marchand de tableaux, Ambroise Vollard, editora Albin Michel: 1948.





O escritor no museu: Hermann Hesse

24 03 2020

 

 

 

Hermann_HesseRetrato de Hermann Hesse, 1905

Ernst Würtenberger (Alemanha, 1868 – 1934)

Têmpera sobre papelão,  33 x 27 cm





O escritor no museu: Ernest Hemingway

20 02 2020

 

 

 

Earnest Hemingway 1930 by Henry StraterErnest Hemingway,  1930

Henry Strater (EUA, 1896 – 1987)

óleo sobre tela

Coleção Particular





Mulher e pintora: Catherine Lusurier

30 01 2020

 

 

 

Catherine Lusurier (França, 1753-1781), A YOUNG BOY SEATED IN A LANDSCAPE,oil on canvas, 54 x 44 cmMenino sentado numa paisagem

Catherine Lusurier (França, 1753-1781)

óleo sobre tela, 54 x 44 cm








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