Filhotes fofos!

9 04 2017

 

 

Buba, suiçaBuba, ursinho, com sua mãe Ursina, no Juraparc, Mont-d’Orzieres, Suíça.

 





Imagem de leitura — Aimé Barraud

18 03 2017

 

 

Aime Barraud, la famille de l'artiste,ost, 130.50 x 97.50 cm

A família da artista

Aimé Barraud (Suíça, 1902-1954)

óleo sobre tela, 130 x 97 cm





Imagem de leitura — Pietro Chiesa

2 09 2016

 

 

Pietro Chiesa( Suiço, 1876 - 1959), Mulher sentada  à mesa, 1936, pastel sobre papel, 19 x 13cmMulher sentada à mesa, 1936

Pietro Chiesa (Suiça, 1876 – 1959),

pastel sobre papel, 19 x 13cm





Descobrindo o outro: por fotos ou livros, texto de Antoine Laurain

6 06 2016

 

 

Edouard John Mentha Late 19th-early 20th centuryMaid Reading in a LibraryArrumadeira lendo na biblioteca

Edouard John Mentha (Suíça, 1858-1915)

óleo sobre tela

 

 

 

“…Uma parede inteira era coberta por uma grande estante, em que várias prateleiras eram dedicadas a livros de arte — alguns recentes, outros muito antigos, que Laure deveria ter obtido ao longo dos anos.  Arquitetura, pintura — douração, claro — , mas  também catálogos de leilões. Uma prateleira terminava em vários livros de Sophie Calle, entre os quais uma de suas obras-primas poéticas: Suite vénitienne. Em 1980, Sophie havia decidido, numa pura iniciativa artística, seguir homens — ao acaso, na rua, e sem que eles soubessem. À maneira de um detetive particular, desses longos passeios trazia fotos em preto e branco de homens, de costas, em diferentes lugares. Desconhecidos que ela havia seguido durante tardes inteiras. Certo dia em que ela havia notado uma nova presa, esta lhe escapou e desapareceu na multidão. À noite, o homem lhe foi apresentado durante um jantar mundano. Ele lhe disse que dentro em pouco partiria para Veneza. Secretamente Sophie Calle decidiu recomeçar — segui-lo incógnita até as ruelas e os canais de Veneza. Dessa expedição, trouxe um diário de bordo de setenta e nove páginas e cento e cinco fotos em preto e branco, posfaciados por Jean Baudrillard. A investigação havia terminado quando o homem a reconhecera e lhe dirigira a palavra. O melhor, não totalmente, já que ela conseguiu voltar à Gare de Paris alguns minutos antes dele e fazer uma última foto. No entanto, a tensão da busca e a  magia tinham se evaporado no momento do encontro. O retorno à realidade havia anunciado o fim da história.

Laure possuía a edição original — dificílima de encontrar e também caríssima. Em outra prateleira exibiam-se os romances. Laurent encontrou ali muitos Modianos, tanto de bolso quanto brochura,  só para verificar tirou vários, e constatou que nenhum tinha dedicatória.  Havia também livros policiais, ingleses, suecos, irlandeses. Romances de Amélie Nothomb, vários Stendhal, dois Houellebecq, três Echenoz, dois Chardonne, quatro Marcel Aymé, Apollinaire inteiro, Nadja, de Breton, em edição antiga. O príncipe, de Maquiavel, em livro de bolso, e ainda uns Le Clézio, uns dez Simenon, três Murakami, mangás Jiro Taniguchi. A ordem era totalmente aleatória, Poésies de Jean Cocteau era vizinho de Saga, de Tonino Benacquista, que, por sua vez se encontrava junto de O banheiro, de Jean-Phillipe Toussaint, cuja capa ladeava um grosso volume em couro marron lavrado a ouro. Laurent tirou este último da prateleira.”

 

 

Em: A caderneta vermelha, Antoine Laurain, Rio de Janeiro, Alfaguara:2016, p. 85-6.





Imagem de leitura — Louise Catherine Breslau

25 05 2016

 

 

Louise Catherine Breslau (Swiss, 1856-1927). Oil on wood. Schweizerische Eidgenossenschaft, Bundesamt für Kultur, BernLeitura

Louise Catherine Breslau (Suíça, 1856-1927).

Óleo sobre madeira

Secretaria da Cultura, Berna, Suíça





Sublinhando…

8 12 2015

 

 

 

Louise Catherine Breslau (Swiss, 1856-1927). Oil on wood. Schweizerische Eidgenossenschaft, Bundesamt für Kultur, BernNa biblioteca

Louise Catherine Breslau (Suíça, 1856-1927)

óleo sobre madeira

Schweizerische Eidgenossenschaft, Bundesamt für Kultur, Berna

 

 

“Só a leve esperança, em toda a vida,
Disfarça a pena de viver, mais nada…”

 

 

Em: Velho Tema, de Vicente de Carvalho (Brasil, 1866-1924), Poemas e canções, 4ª edição, São Paulo, Editora O Livro: 1919.





Sublinhando…

24 09 2015

 

 

albertvon-keller(Suiça)Lesende,1873,osm,18,5x13,5cmLeitora, 1873

Albert von Keller (Suíça, 1844-1920)

óleo sobre tela, 18 x 13 cm

 

“Onde pus a esperança, as rosas
Murcharam logo.”

 

 

Fernando Pessoa (Portugal, 1888-1935) em Onde pus a esperança, 1920.








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