Esmerado: Relógio francês, 1807

30 09 2016

 

 

kunsthandel_michael_nolte_artfinding_pendule_das_studium_der_astronomie_12247404797379O estudo da astronomia, 1807

França, Império, fabricante: Claude Galle

Relógio pêndulo, bronze dourado, mármore verde-mar

movimento de oito dias

Sino marca hora e meia hora.

Salvar





Esmerado: Globo celestial com relógio, 1579

3 06 2016

 

db5cbabf84d46435c29c45f143831c69Globo celestial com relógio, 1579

Fabricante: Gerhard Emmorser (trabalhando 1556-1584)

prata, banho de ouro sobre prata e latão

27 x 20 x 19 cm

Viena, Áustria





Esmerado: Relógio de sol de bolso

27 04 2015

 

Bloud_Sundial_Closed_1200X785Relógio de Sol de bolso, c. 1670
Assinado: Charles Bloud
Marfim (provavelmente) 8,1 x 9,3 cm
Dieppe, França
Barnes & Co.

 

De um tamanho maior do que o costumeiro, este relógio de sol de bolso, feito por Charles Bloud mostra elaborada decoração floral. Esse compêndio tem um mostrador circular do equinócio, um braço apontador [volvelle] com a escala de latitude lateral, um mostrador com escala elíptica para o mostrador do azimute magnético, um compasso e finalmente um calendário perpétuo.

 

Bloud_Sundial_Open_1200X785





Curiosidade: desde quando fazemos ferraduras para os cavalos?

18 04 2015

 

 

Aldir Mendes de Souza (1941-2007)Arando a terraSerigrafia, 2-100,45 x 65 cmArando a terra

Aldir Mendes de Souza (Brasil, 1941-2007)

serigrafia, tiragem de 100, 45 x 65 cm

 

 

O uso do arado no norte da Europa só começa a ser generalizado no início da Idade Média e foi o primeiro dos principais elementos da revolução agrícola da época.  O segundo e o terceiro elementos, que ajudariam nessa revolução da agricultura, e que também auxiliaram nas conquistas militares,  foram os arreios e a ferradura para os cavalos.  Não se sabe a data precisa do uso de ferraduras de ferro.  Ferro era um metal valioso e era, quase sempre, derretido para fazer novos objetos. Estima-se que as ferraduras de ferro, presas com pregos tenham aparecido durante o século IX.





Água, uma fonte de energia já mesmo na antiguidade.

6 11 2014

 

 

lutterellMoinho d’água medieval, iluminura do Livro de Salmos Luttrell, 1320-1340.

 

Água, sua falta e sua abundância, assunto que está em pauta.  Menos do que deveria estar, já que é um elemento essencial para a nossa sobrevivência  e sofre com as mudança climáticas.   Mas pensando nisso me pergunto se não é surpreendente que tenhamos tão pouco uso de água como força geradora em moinhos.

Abundância de água doce nós tivemos até o século XXI.  Por que então há tão poucos moinhos d’água em funcionamento, nas pequenas propriedades?  E por que a nossa tradição rural não manteve tais moinhos?  São poucos os que resistem até hoje.  Não é por falta de conhecimento.  Desde a antiguidade usava-se a água como força motora.

Essas ponderações me vieram depois da leitura de um capítulo inteiro dedicado ao uso dos moinhos d’água como fonte de energia na idade média.

“As décadas turbulentas em que Roma tentava se expandir para o Levante marcaram outra conquista muito mais duradoura do que a Pax Romana: o início do domínio da energia da água.  Um papiro do século II aEC menciona a noria ou uma roda automática de irrigação no Egito, e em 18 aEC Estrabão menciona um moinho de grão movido a água no palácio que Mitrídates, rei do Ponto havia construído em 63 aEC. Um contemporâneo de Estrabão, Antípatro, celebra o moinho d’água como o libertador da labuta das serventes.  Os primeiros moinhos d’água eram horizontais, revolvendo em torno de um eixo vertical preso à mó. Mas Vitrúvio que por consenso data do século I aEC, dá instruções para uma construção para uma roda de moinho d’água vertical … o moinho de Vitrúvio foi o primeiro grande resultado de design para uma máquina com poder de movimento contínuo.”

Não é para surpreender? Tanta água, tantos rios e tão poucos moinhos…

 

Traduzido do inglês por mim.

 

Em: Medieval Technology and Social Change, Lynn White, Jr., Nova York, Oxford University Press: 1964, essa edição de 1968, p: 80





“Fiz a cama na varanda”: o homem primitivo já dormia em colchões

12 12 2011

Ilustração Maurício de Sousa.

Os humanos primitivos da África do Sul já fabricavam colchões à base de erva e plantas medicinais há 77 mil anos, 50 mil anos antes do que se pensava.  Restos vegetais foram descobertos nas escavações da caverna de Sibudu, na província de KwaZulu -Natal, pela equipe comandada pelo professor Lyn Wadley, da Universidade de Witwatersrand (Johanesburgo).  Esses “colchões” são 50 mil anos mais antigos que outros exemplos conhecidos.  Nossos ancestrais da Idade da Pedra já faziam camas de folhas, sementes e caules de junco local adicionadas a gramíneas que colocavam no chão da caverna  a partir de 77 mil anos atrás. E pelos próximos 44 mil anos, os Homo sapiens nômades caçaram e se reuniram na área, utilizando Sibudu como seu local de descanso, usando a compactação de material vegetal para criar colchonetes.

O uso de colchões coincide com outros comportamentos introduzidos na vida cotidiana do homem moderno, entre eles uso de conchas como instrumentos e da tecnologia de lapidação da pedra.  Os especialistas destacam que modificar o espaço vital do habitat, incluindo o ambiente do dormitório, é um aspecto importante do comportamento e da cultura humana. Por isso, estes achados trazem informações “fascinantes” sobre os primeiros humanos modernos, que habitavam o sul da África.

Os pesquisadores descobriram pelo menos 15 centímetros de uma grossa camada de matéria vegetal encaixada dentro de um pedaço de sedimento, de 3m de espessura. Eles suspeitaram que essas camadas fossem camas humanas, mas já que as esteiras mais antigas para dormir conhecidas até hoje datavam só de 20.000 e 30.000 anos atrás, os arqueólogos tiveram que estudar o material sob o microscópio para ver de que exatamente era composta essa camada e se as pessoas haviam trazido essas plantas para o local intencionalmente.

Ilustração Maurício de Sousa.

Baseados na análise de fitólitos — pequenos restos de plantas fósseis — que permite a identificação das espécies de plantas e micromorfologia, o exame de alta resolução de vestígios arqueológicos, a equipe descobriu que as camadas, que datava de 77.000 a 58.000 anos atrás, eram feitas de caniços, juncos, e ervas, plantas que crescem além do rio Tongati mas que não são encontradas no abrigo rochoso e seco, ou próximas ao sítio da descoberta.   Assim, as pessoas em Sibudu devem tê-las juntado deliberadamente e trazido-as para a caverna. Sob o microscópio, o material vegetal mostrou sinais de compressão e de repetido pisoteio.  Na camada mais antiga, 77 mil anos de idade, a equipe descobriu que as folhas de Cryptocarya woodii, também conhecida como Cabo de louro, ou a “árvore de cânfora bastarda“, uma planta aromática cujas folhas são usadas até hoje na medicina tradicional, porque suas folhas contêm diversos compostos químicos que podem matar insetos.  A equipe sugeriu, então, que os primeiros seres humanos escolheram essas plantas especificamente para se proteger contra a malária,  transmitida por mosquitos e de outras pragas.

A seleção dessas folhas para a fabricação do colchão indica que os primeiros habitantes de Sibudu tinham um bom conhecimento das plantas que rodeavam sua caverna e da eficiência de seu uso medicinal“, explica Lin Wadley.  Os pesquisadores acreditam que os habitantes da caverna colheram as sementes e plantas das proximidades do rio Tongati e que as usavam não só para dormir, mas também para trabalhar sobre elas.  As camadas também mostraram evidência de queima regular, começando há 73 mil anos atrás.  Arqueólogos acreditam que as pessoas queimaram a cama para eliminar pragas que tinham infestado a plantas e / ou para reduzir a altura acumulada  com os anos de uso, para acabar com esteiras deterioradas e para que pudessem começar de novo, de maneira limpa. Este é o primeiro exemplo conhecido de seres humanos que usam o fogo para a manutenção de habitação.

Tudo indica que os habitantes dessa caverna não teriam vivido lá permanentemente, apesar de terem feito desse, um local tão agradável e acolhedor. Eles provavelmente usaram o espaço por algumas semanas de cada vez até que a área tivesse esgotado a sua caça e o material orgânico entrasse em decomposição atraindo vermes. Os arqueólogos encontraram fragmentos de lascas de pedras e ossos queimados no meio do material das plantas, portanto, além de usar as esteiras para dormir, seus criadores também podem tê-las usado como uma superfície de trabalho para fazer ferramentas e alimentos.

Há cerca de 58 mil anos atrás, as camadas da cama se tornaram mais freqüentes, sugerindo que a população em Sibudu estava crescendo durante este período. Os arqueólogos estimam que o Homo sapiens migrou da África 50 mil anos atrás, talvez, pela própria expansão populacional que os colchões indicam ter havido.

Fontes: Terra, The History Blog





As 10 expressões de busca mais perigosas para o seu computador

2 06 2009

perigo

Ilustração:  Maurício de Sousa

 

A rede americana ABC, de comunicações, publicou hoje o resultado de uma pesquisa feita pela companhia McFee de segurança na rede, chamado de “The hacking community is very smart — they can spot a trend as well as any trendspotter.” [A comunidade Hacker é muito esperta – eles podem perceber uma onda tão bem quanto qualquer olheiro de modismos].   O artigo é bem grande, mas coloco aqui simplesmente os resultados dos termos com os quais devemos exercer maior cuidado ao entrarmos nos portais Google, Yahoo, ou qualquer outro local de pesquisa.  Coloco também a lista primeiro em inglês e depois com as traduções explicativas,  pois muitos desses termos são usados em inglês propriamente, sem tradução, como é o caso de Free Ringones, Free Music, etc.

 

1. Word Unscrambler  (resoluções de anagramas)

 2. Lyrics (letras de músicas)

 3. MySpace

 4. Free Music Downloads  ( download de músicas gratuito)

 5. Phelps, Weber-Gale, Jones and Lezak Wins 4x 100m Relay  (corrida de revezamento)

 6. Free Music ( música gratuita)

 7. Game Cheats  (cola para resolução de jogos)

 8. Printable Fill in Puzzles  (quebra-cabeças para preenchimento, imprimíveis)

9. Free Ringtones  ( campainha musical para telefones gratuita)

10. Solitaire (jogo de paciência)

Fonte: ABC








%d blogueiros gostam disto: