Parabéns! Rio de Janeiro, 454 anos!

1 03 2019

 

 

 

 

VIRGILIO DIAS, quadro o.s.t, Pedra da Gávea, Rio 2002, medindo 60 x 80 cm.Pedra da Gávea,  2002

Virgílio Dias (Brasil, 1956)

óleo sobre tela, 60 x 80 cm

 

 

Lucia de Lima, ast, Forte de Copacabana, 38 x 46 cmForte de Copacabana

Lucia de Lima (contemporânea)

acrílica sobre tela, 28 x 46 cm

http://www.luciadelima.com/

 

 

VICENTE LEITE-Vista para o Corcovado da Lagoa RF. Rio. Óleo sobre tela, 30 x 48 cm. Assinado no canto inferior direito.Vista para o Corcovado da Lagoa Rodrigo de Freitas

Vicente Leite (Brasil, 1900 – 1941)

óleo sobre tela, 30 x 48 cm

 

 

DJANIRA da Motta e Silva,Centro do Rio Visto de Santa Tereza,ost, (década de 1960), 50 x 73 cmCentro do Rio Visto de Santa Tereza, década de 1960

Djanira da Motta e Silva (Brasil, 1914 – 1979)

óleo sobre tela, 50 x 73 cm

 

 

Paulo Gagarin, Paisagem - Paisagem do Rio de Janeiro, Príncipe Paulo Gagarin, 65 x 80 1937 ACIDPaisagem do Rio de Janeiro,  1937

Paulo Gagarin (Rússia-Brasil, 1885 – 1980)

óleo sobre tela,  65 x 80

 

 

Mario Bhering, Visão urbana, RJ, aquarela, 23 x 30Visão urbana, RJ

Mario Behring (Brasil, ?)

aquarela, 23 x 30 cm

 

 

Pedro Guedes (Brasil, MG, 1960)Rio de Janeiro 2012, ostcm, 80 x 100c,Rio de Janeiro, 2012

Pedro Guedes (Brasil, 1960)

óleo sobre tela colado em madeira, 80 x 100 cm

 

 

PEDRO NASCIMENTO (1927-1986). Ala do Claustro do Mosteiro de São Bento - Rio, óleo s tela, 56 X 46. Assinado e datado (1975) no c.i.d. e no verso.Ala do Claustro do Mosteiro de São Bento, 1975

Pedro Nascimento (Brasil, 1927-1986).

óleo sobre tela, 56 X 46 cm]]

 

 

Roberto de Souza (1943) Barão da Torre (Ipanema RJ), o.s.t. - 24 x 37 cm.Rua Barão da Torre (Ipanema RJ)

Roberto de Souza (Brasil, 1943)

óleo sobre tela, 24 x 37 cm





Resenha: “Beije-me onde o sol não alcança”, de Mary del Priore

1 01 2016

 

 

VICENTE LEITE - Paisagem com Casario, O.S.M,Casa de Fazenda

Vicente Leite (Brasil, 1900-1941)

óleo sobre madeira

 

 

Tenho a impressão de que sempre lerei os livros de Mary del Priore com prazer. A história me fascina e meu conhecimento da história do Brasil tem se beneficiado muito com os livros da autora. Continuei sendo beneficiada pelo seu conhecimento na leitura de Beije-me onde o sol não alcança, o primeiro livro de ficção histórica de Mary del Priore. O volume de informações sobre o século XIX, tanto das fazendas cafeeiras do estado do Rio de Janeiro, como sobre a capital do império; o manancial de informações sobre costumes da época desde o aparecimento do espiritismo no interior ou de como um padre local resolveu essa questão; das roupas, da divisão dos escravos entre aqueles que trabalhavam dentro de casa, dos que trabalhavam no campo e dos que vendiam produtos para seus senhores, tudo isso foi fascinante.

Também de grande valia foi saber como os títulos nobiliárquicos eram adquiridos, por quem; que havia homens negros barões; saber dos paralelos entre a escravidão no Brasil e aquela na Rússia; saber como as fazendas cafeeiras de meados do século XIX no Rio de Janeiro eram organizadas, tudo isso foi de uma riqueza tão grande que no momento reconheço que não posso medi-la porque sei que são informações a que poderei recorrer quando e se necessário no futuro.

 

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Mas como obra de ficção esse livro deixa a desejar. Talvez por querer iluminar o leitor com seu conhecimento Mary del Priore perca a oportunidade de fazer uma história mais lesta, mais dinâmica. Muito do que ela passa talvez fosse melhor administrado através de ações, de diálogo. Tenho a impressão de que deu-se uma batalha entre a autora historiadora e a ficcionista. A historiadora venceu. Não perdemos com isso, como leitores, porque a informação continua lá. O que perdemos foi a sensação de que esses personagens (que foram reais) existiram de fato, em carne e osso. Que a vida, dinâmica, feliz e cruel era vivida. Mesmo assim essa é uma leitura é pra lá de interessante.

 

Mary Del PrioreMary del Priore

Não sei se por marketing, por tentar encontrar uma maneira de popularizar essa vinheta da vida brasileira, acho que a descrição da capa “O triângulo amoroso de um conde russo, uma baronesa do café e uma ex-escrava no século XIX”, um exagero. É claro, tudo isso está no texto, mas a importância desse triângulo amoroso não é tão relevante quanto a capa dá a entender. Foi marketing e desnecessário porque a história é ótima, mesmo antes da amante ex-escrava entrar em cena e mais da metade do livro se passa sem que ela entre na história.

De qualquer modo, uma boa leitura e muito enriquecedora.

 

NOTA: Excelentes notas e bibliografia no final da obra.





Domingo, um passeio no campo!

25 10 2015

 

 

VICENTE LEITE (1900-1941).Paisagem Serrana com Mata Atlântica, óleo s madeira, 16 X 22. Assinado, datado (1938) e localizado (Rio) no c.i.d.Paisagem serrana com Mata Atlântica, 1938

Vicente Leite (Brasil, 1900-1941)

óleo sobre madeira, 16 x 22 cm





Domingo, um passeio no campo!

24 05 2015

 

VICENTE LEITE, Vicente Ferreira Leite (1900 - 1941) Paisagem - Itaboraí, o.s.m, 18 X 26 cm, assinado, localizado (Itaboraí) e datado (1940) no c.i.e.Paisagem em Itaboraí, 1940

Vicente Leite (Brasil, 1900-1941)

óleo sobre madeira, 18 x 23 cm





Domingo, um passeio no campo!

18 05 2014

VICENTELEITE(1900-1941)Cosme Velho,osm,38 x 46cmCosme Velho, 1930

Vicente Leite (Brasil, 1900-1941)

óleo sobre madeira, 38 x 46 cm








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