Imagem de leitura — Alfred Stevens

25 11 2014

 

 

alfred stevensA senhora de amarelo, 1863

Alfred Stevens (Bélgica, 1823-1906)

óleo sobre tela

Museus de Belas Artes da Bélgica, Bruxelas





Em três dimensões: Victor Brecheret

25 11 2014

 

Victor_Brecheret_-_Ave_Maria_1_(Túmulo_Família_Scuracchio)Ave Maria, 1955

Victor Brecheret (Brasil, 1894-1955)

Bronze

Túmulo da Família Scuracchio

Cemitério de São Paulo





Amanhecera, poema de Bernardino Lopes

25 11 2014

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José Marques Campão Cavalgada 17 x 24 cm – OSM Ass. CIE e Dat. 1947Cavalgada, 1947

José Marques Campão (Brasil, 1892-1949)

óleo sobre madeira, 17 x 24 cm

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IX

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Bernardino Lopes

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Amanhecera. O tropeiro

Passa, cantando na estrada;

No seu casebre o roceiro

Prepara as foices e a enxada.

-

Ao rumor a luz casada

Enche de vida o terreiro;

Parecem bruma cerrada

As flores, lá! do espinheiro…

-

Aspira-se o olor suave

Do bom café… Alto e grave

Bate o pilão nas cozinhas.

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Há junto à horta uns barrancos

Onde a  mulher de tamancos,

Distribui milho às galinhas.

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Em: Cromos, 1881





Imagem de leitura — Onelio Marrero

24 11 2014

 

onelo marrero, lectriceLeitora

Onelio Marrero (Cuba/EUA, 1958)

óleo sobre tela

 





Nossas cidades — Niterói

24 11 2014

 

 

 

Felisberto Ranzini, Niterói - praia de Jurujuba,  o.s.c. med. 11 x 17 cm, ass. inf. esq. década de 30Praia de Jurujuba, Niterói, década de 1930

Felisberto Ranzini (Brasil, 1881-1976)

óleo sobre cartão, 11 x 17 cm





O amor do cavaleiro medieval, texto de Georges Duby

24 11 2014

 

 

Leighton-God_Speed!Deus o abençoe, 1900

Edmund Blair Leighton (Inglaterra, 1853-1922)

óleo sobre tela, 160 x 116 cm

Coleção Particular

 

 

“… Na época carolíngea, o palácio do rei era uma escola de boas maneiras. As obras compostas pelos escritores à sua disposição tinham, assim, uma função pedagógica. Ensinavam os usos que distinguem o homem bem-educado, o homem de corte, o “cortês”, do “plebeu”, do grosseiro, do rústico. Ensinavam em particular os guerreiros a tratar segundo as conveniências as mulheres das quais se aproximavam no círculo dos príncipes.

Enfim, sentiam-se responsáveis pela ordem. O Todo-Poderoso dignava-se lhes delegar seu poder. Esperava que mantivessem a paz. Uma de suas preocupações mais aflitivas era conter a turbulência desses guerreiros que, mesmo se estivessem avançados na idade, eram chamados “jovens” porque não eram casados. Muito numerosos, pois a autoridade familiar, a fim de evitar a divisão dos patrimônios, velava para que os rapazes mais jovens não gerassem herdeiro legítimo e obrigava-os ao celibato. Todos esses homens sem esposa, ciumentos de um irmão mais velho que toda noite ia ao encontro da sua, alimentavam a discórdia na sociedade cortês. Lançavam-se sobre o patrão, reclamavam que lhes dessem por mulher uma prima, uma sobrinha, uma jovem viúva de um vassalo defunto. O patrão não podia casá-los todos. A maior parte permanecia ali, errante, instável, à espreita, prestes a apanhar alguma presa. Por certo, não tomá-la à força, raptá-la como se fazia no século IX. Ao rapto sucedera a sedução. Os “jovens” procuravam, enganando as famílias, captar os favores das moças casadouras ou então, enganando os esposos, os das damas. Muito disponíveis, a crer em Etiènne de Fourgères. E isso era, como diz o mesmo Etiènne, “semente de guerra”.

Para esses cavaleiros, a bela aventura, a façanha de que se vangloriavam tanto ou mais do que ter conquistado o prêmio na noite de um torneio, não era a proeza sexual, essa mirabolante aptidão para o jogo amoroso, exaltada por certas canções do conde de Poitiers. Era atrair para seus braços a fada, uma dessas estranhas e fugazes sílfides que os contemporâneos de Burchard de Worms esperavam encontrar um dia na orla de um bosque, era, sobretudo,apoderar-se da mais severamente proibida de todas as mulheres, ou seja, desafiando os terríveis castigos prometidos ao adúltero e ao traidor, arrebatar a dama, a esposa do senhor. Duplo delito, por certo. Mas brilhante demonstração de audácia, o mais invejado dos títulos de glória.”

 

Em: As damas do século XII, George Duby, São Paulo, Cia das Letras: 2013, edição de bolso [Companhia de Bolso], pp: 339-340





Imagem de leitura — Berthe Morisot

23 11 2014

 

 

Berthe_Morisot_Reading edmaLeitura, nome original: a sombrinha verde, 1873

[Edma Morisot lendo]

Berthe Morisot (França, 1841-1895)

Óleo sobre tecido, 46 x 71 cm

Cleveland Art Museum, Ohio, EUA








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