Os maravilhosos companheiros de Suzanne Valadon

20 09 2014

 

 

Dois gatos, 1918-Suzanne-Valadon, ostDois gatos, 1918

Suzanne Valadon (França, 1865-1938)

óleo sobre tela

 

Suzanne Valadon, L’arbi et la misse, 1927 Suzanne ValadonO Arbie e a Misse, 1927

Suzanne Valadon (França, 1865-1938)

óleo sobre tela

 

raminou-sitting-on-a-cloth-1920Raminou sitting on a cloth (1920) by Suzanne ValadonRaminou sentado no tecido, 1920

Suzanne Valadon (França, 1865-1938)

óleo sobre tela

 

Suzanne Valadon (1865-1938)   Portrait de Miss Lily Walton avec RaminouRetrato da Srta. Lilly Walton com Raminou, 1932

Suzanne Valadon (França, 1865-1938)

óleo sobre tela

 

study-of-a-cat-suzanne-valadonEstudo para um gato, 1918

Suzanne Valadon (França, 1865-1938)

óleo sobre tela

 

Louison et Raminou, Suzanne Valodon, 1920Louison e Raminou, 1920

Suzanne Valadon (França, 1865-1938)

óleo sobre tela

 

suzanne_valadon_ma_fiere_a_quatre_ans_d5591984hMinha orgulhosa aos quatro anos, 1905

Suzanne Valadon (França, 1865-1938)

pastel e guache sobre papel colado em placa, 40 x 42 cm

 

raminou-and-pitcher-with-carnations-1932Raminou and pitcher with carnations - Suzanne Valadon.Raminou e jarra com cravos, 1932

Suzanne Valadon (França, 1865-1938)

óleo sobre tela

 

Menina com gato, 1919, Suzanne ValadonMenina com gato, 1919

Suzanne Valadon (França, 1865-1938)

óleo sobre tela

 

Suzanne Valadon (1865-1938) Bouquet and a Cat 1919Buquê e gato, 1919

Suzanne Valadon (França, 1865-1938)

óleo sobre tela

 





Palavras para lembrar — Marcel Proust

20 09 2014

 

 

Mulher lendo,George Zlotescu (Romênia, 1906-1983)Óleo sobre telaMulher lendo

George Zlotescu (Romênia, 1906-1983)

óleo sobre tela

 

 

“A leitura é a maior das amizades.”

Marcel Proust





A realidade está nos olhos de quem vê!

19 09 2014

web_art_academy_Au-Moulin-de-la-Galette_Pierre-Auguste-Renoir1 HIGH DEFINITION 2Dança no Moulin de la Galette, 1876
Pierre Auguste Renoir (França, 1841-1919)
Óleo sobre tela, 131 x 175 cm
Musée d’Orsay, Paris

 

Hoje dando uma olhadinha na página do Facebook de um dos meus blogs preferidos, o do Mariel Fenandes, achei a seguinte frase:

 

“A gente não vê as coisas como elas são. A gente vê as coisas como nós somos”.

 

Na quarta-feira eu tinha acabado de conversar com algumas amigas justamente sobre isso.  Mas eu falava da pintura figurativa. Ela jamais acabará, como muitos imaginaram logo depois da Segunda Guerra Mundial.  Ela não vai acabar porque cada pintor vê as coisas de maneira única e diferente.  Cada qual vê as coisas como eles são.

 

Pierre-Auguste_Renoir,_Le_Moulin_de_la_Galette HIGH 1 margauxDETALHE: Dança no Moulin de la Galette de Auguste Renoir, 1876.

Assim o quadro acima, do pintor francês impressionista Auguste Renoir, um dos mais conhecidos emblemas da pintura impressionista francesa, mostra uma festa, uma dança em um dos locais populares de Paris dos últimos anos do século XIX.  O local não era frequentado por pessoas ricas. Era de fato frequentado por jovens mulheres, trabalhadoras, costureiras, lavadeiras, passadeiras, e demais profissionais de serviço, que precisavam fazer um dinheirinho extra e, no mínimo, dançavam por música. Mas a cena acima nos dá a impressão de uma grande festa, de uma sociedade feliz e sem divisões de classes sociais.  Há homens de chapéu de palha, de cartola, de chapéu coco e mulheres com belos vestidos coloridos.  Todos se olham, todos sorriem e exalam uma sensualidade comedida. Namoricos aparecem em pleno desabrochar. Montmartre, na época, onde está localizado até hoje o Moulin de la Galette, era um bairro decadente e pobre, que havia sofrido muito com a revolta civil, que tomara o governo por 3 meses em 1871, chamada de Comuna de Paris.  Mas a tela de Renoir não demonstra nenhum sinal de uma vida pobre.  Muito pelo contrário, o status social de cada um é irrelevante. O que importa é a festa, a alegria, a camaradagem.  Renoir quis ver a vida assim.

 

federi05Moulin de la Galette, 1877
Federico Zandomeneghi ( Itália, 1841-1917)
Óleo sobre tela, 80 x 120 cm
Coleção Particular

 

O pintor italiano Federico Zandomeneghi  toma o lado oposto da visão.  Cuidadosamente pinta, um ano depois de Renoir, o mesmo local.  Desta vez vemos o Moulin de la Galette do lado de fora, na entrada. Aí, diferente da imagem que temos de Renoir, vemos uma fila de mulheres cansadas, entrando no estabelecimento em fila, umas se apoiando às outras. Mais mulheres do que homens.  Vestidos escuros, do dia a dia de trabalho; uma rua mais ou menos abandonada, com cachorros de rua vagando a esmo.  As cores são menos alegres. Temos, na verdade, o retrato de pessoas resignadas a mais umas horas de trabalho.

 

federi05 detalhe 1DETALHE: Moulin de la Galette, de Federico Zandomeneghi, 1877.

 

Onde esta a realidade?

Não sabemos.  Porque ela está conosco.  Nossas preferências irão nos aproximar mais de um pintor do que do outro.  Não há verdade.  Não há uma única realidade.





Rio de Janeiro a caminho dos 450 anos!

19 09 2014

 

 

manabumabe(1924, Kumamoto, Japão - 1997, São Paulo, SP)_paisagemleblon_1953Paisagem do Leblon, 1953

Manabu Mabe (Japão/Brasil, 1923-1997)

óleo sobre tela

 

 

 





Trova (Quadrinha) da ingratidão

19 09 2014

 

brigs, ilustração T. CorbellaIlustração de T. Corbella.

 

 

Não vem dos nossos rivais

a ingratidão que exaspera.

– Geralmente a que dói mais

vem de quem menos se espera.

 

(Severino Uchôa)

 





Imagem de leitura — Berthe Morisot

19 09 2014

 

0017-0010_bildnis_julie_manet morisot, 1888Retrato de Julie Manet, 1890

Berthe Morisot (França, 1841-1895)

óleo sobre tela, 55 x 84 cm

Coleção Particular

 

Julie Manet é a filha única da pintora Berthe Morisot e Eugène Manet, irmão do pintor Édouard Manet.





Cuidado que quebra! Vaso para tulipas

18 09 2014

 

 

.4.0.1Vaso para tulipas  [Tulipeiro],1694

Adriaen Kocks ( Holanda, ? – 1701)

Faiança de Delft, 147 cm altura

Coleção da Coroa Britânica

 

São nove partes hexagonais separadas, com compartimentos separados para água. Cada uma delas possui seis cabeças de animais com as bocas abertas, formando uma floreira por onde uma tulipa ou qualquer outra flor seria enfiada. Entre o pedestal e a coluna de vasos seis vacas sustentam a coluna. Dois lados da base têm o retrato de William III. Esses vasos eram usados para decorar as lareiras nos meses da primavera e do verão quando o fogo não estava aceso.

 

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